Quando (sobre)vives num frenesim constante, com movimento por todos os teus lados, sons estridentes, ambientes estandardizados e espíritos de plástico, até podes tentar acreditar que aguentas de forma sana por muito tempo… Vives enganado! Mais depressa do que imaginas, chegas ao limite do teu limite e aí percebes que tens de parar!
Passas o dia, praticamente todo, rodeado de pessoas. Umas que toleras, outras que nem por isso. E assim percorres dias, semanas, meses, no mesmo registo…
Mas pensa e responde com franqueza: quantas vezes é que efectivamente deixaste de te sentir sozinho?
Porque sim, sem dúvida que qualidade prevalece à quantidade! Se não podes fazer nada em relação à presença desses seres deambulantes, limitaste a aguentar essa rotina. Até quando mesmo???
Pois então não adies mais uma decisão que sabes inevitável! Apenas PÁRA!!! Quebra a mísera rotina que te aprisiona e deixa-te levitar!
Para se ter uma vida é preciso trabalhar e assumir responsabilidades sociais, mas colossal é a distância entre ter uma vida e viver uma vida! Para quando pensas vivê-la?
É agora que tu soltas as amarras, e decides viver por ti! Grita aos sete ventos as tuas mais íntimas vontades e desejos!! O sol quando nasce é para todos, também para ti… Não esperes mais, levanta esse traseiro e vai ao encontro do teu lugarzinho ao sol! Só a ti compete construíres, com sentido, a essência da tua vida. E porque não começar agora? Já!
Porque há momentos que só podemos viver sozinhos.
Coisas, grandes e pequenas. Sensações, ensejos sentidos que só tu sabes dar-lhes sentido!
Inicias, por fim, o TEU percurso nesta longa viagem. Destemido, deixa-te ir, sem pressas para voltar!
E uma sensação terás como absoluta: no final desta jornada não voltarás o mesmo…
VIVE A VIDA!!!
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O cansaço que sentimos, diariamente, deve ser absorvido até à ultima gota como uma vitória que ganhamos. Sim, uma vitória, pois tal estado de fadiga que nos deixa miseravelmente sós no meio da multidão provém da batalha travada com esta sociedade estandardizada e homogénea, onde não há lugar para sonhar, para sermos únicos.
ResponderEliminarMas por muito árduo e penoso que seja o caminho que tomamos não devemos olhar para "os cadáveres que procriam", seres que já não pertencem a esta dimensão, seres que não vivem, seres que não deixam viver estes seres erráticos que tentam a todo o custo respirar nesta prisão humanoide.
Eu sei que por vezes o esgotamento se apudera, eu sei que há entre nós quem não valorize esta forma de vida, eu sei que por vezes queremos gritar "DEIXEM-ME VIVER A MINHA VIDA!", eu sei que por vezes não controlamos o nosso ímpeto de revolta perante as injustiças, eu sei que todo o sofrimento um dia será gratificante...Eu sei... Todavia, ninguém é uma ilha, crescemos numa sociedade, aprendemos o poder e a segurança que pertencer a um grupo nos trás, o Todo prevalecerá acima e depois do Eu, por tudo isto a revolta morará sempre dentro de nós, silenciada por uma consciência temerosa por uma solidão assumida, por um medo dos danos colaterais...
Um dia não sustentaremos a nossa verdade
Um dia Gritaremos
Um dia simplesmente nos renderemos ou simplesmente desistiremos...
Eu já desisti de certas pessoas...
Eu já GRITEI
Eu já disse o que me apetecia
Agora estou a aprender...
A viver no meio da multidão
A tentar aceitar este clones
A aceitar a falta de personalidade
mas nunca aprenderei a aceitar a hipocrisia, a falsidade e o egoísmo exacerbado que prolifera entre nós...
Mas viverei por fim...
So Vos digo isto: Juntem'se e Em vez de viverem a vida , Escrevam um Livro ! :D
ResponderEliminarMto bom mesmo tanto o post komo o comentario ! :D
"DEIXEM-ME VIVER A MINHA VIDA!",